A compaixão ajuda-nos a conectarmos com outras pessoas, resolver relacionamentos e seguir em frente, ao mesmo tempo que estimula a inteligência emocional e o bem-estar.

A compaixão leva a empatia um passo adiante porque nutre o desejo de que todas as pessoas se livrem do sofrimento e está imbuída do desejo de ajudar.

A compaixão é simplesmente uma presença afável e amigável em torno do que é difícil. Ser empático é extremamente importante para conseguir ter outras perspetivas e estabelecer relacionamentos mais profundos com os outros.

Ter compaixão também é fundamental, significa ir mais longe na sua capacidade de empatia. Uma pessoa que tem compaixão sente pelos problemas dos outros e tenta arranjar soluções para os resolver.

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O Que É Autocompaixão?

Autocompaixão envolve cuidar de si mesma da mesma maneira que trataria de um amigo em momentos de dificuldade. A definição mais completa envolve três elementos essenciais:

Bondade

Humanidade Comum 

Atenção Plena

A bondade Implica auto cuidado e compreensão para consigo mesma (e com os outros) quando estamos em sofrimento. É o contrário de criticar, ou da voz autocrítica (culparmo-nos excessivamente ou negar a própria dor).

A humanidade comum é a ideia de que o sofrimento ou stress que experimentamos está a ser vivido por milhares de pessoas neste momento. E que milhares de pessoas experimentaram isto no passado, ou irão experimentá-lo no futuro, porque o sofrimento é inerente à natureza humana.

Para ficar claro, podemos falar dos “grandes sofrimentos”, como a doença, o envelhecimento e a morte, e dos “pequenos” sofrimentos, que são os fatores de stress do dia a dia, como o trânsito.

O oposto da humanidade comum seria o “isolamento”, ou a ideia de que o sofrimento “é só comigo”, acreditando que nossa situação é única. Pode ser libertador perceber que o sofrimento é universal, e não “pessoal”.

A atenção plena consiste em tornar-se consciente e reconhecer o próprio sofrimento e dos outros, sem julgamentos ou críticas. Esta fase é fundamental, porque não podemos sentir compaixão se não houver sofrimento ou mal-estar.

Assim, aplicar a compaixão a nós mesmas (autocompaixão), torna-se possível de entender o nosso mal-estar ou sofrimento de outra perspetiva, com menos culpa e autocrítica.

O caminho é entender que o sofrimento que as pessoas eventualmente podem nos gerar, também não é pessoal, mas sim fruto da própria condição de vida da pessoa.

Entendendo esta perspetiva, podemos gerar menos emoções negativas em relação aos outros e praticar a compaixão.

Resumindo…

Falamos muito sobre ter compaixão com os outros, mas não se esqueça de dedicar esse sentimento a si mesma também. Muitas vezes, somos muito rígidas a avaliar-nos e isso pode fazer com que percamos confiança. Aprenda a encarar os seus problemas de uma maneira mais leve para ter uma vida mais saudável e feliz.

⚡️ Se quiser saber mais sobre práticas de bem estar, leia o nosso artigo Guia Mindfulness Para 2021.

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